CHAPADA DOS GUIMARÃES/MT – ABR/2014

Minhas primeiras férias do novo trabalho finalmente chegaram. Resolvemos aproveitar 15 dias para conhecer a Chapada dos Guimarães e um pouco do centro-oeste brasileiro. A Montana estava com uma capota de fibra com janelas, o que nos possibilitou economizar algumas noites com pousadas/hotéis, e também não nos preocupar muito com espaço para bagagens. Saímos de Bauru depois do almoço no dia 5 em direção ao Mato Grosso do Sul. Rodamos bastante e paramos para dormir em Cassilândia-MS. Demos uma volta pela cidade, andamos um pouco e fomos dormir. Hotel ? Pousada ? Camping ? Nada disso, dormimos na caçamba da Montana em um posto de gasolina. Aproveitamos o banheiro do posto para tomar banho e ficamos lá mesmo. A noite foi bem ruim (até porquê lá é um calor infernal), além do barulho e pernilongos. Mas tudo bem, sobrevivemos e economizamos uma estadia. No dia seguinte acordamos cedo e fomos visitar um atrativo da cidade: O Balneário do Salto, que é uma cachoeira junto à uma usina desativada que formam um conjunto muito bonito para visitação. A entrada é gratuita.

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Praça em Cassilândia

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Canal da usina desativada

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Balneário do Salto

Quase na hora do almoço seguimos viagem. Esse dia foi um pouco conturbado, pois a Michelle estava acertando alguns assuntos com a faculdade em Botucatu e tivemos que parar várias vezes para utilizar Lan Houses pelo caminho e buscar sinal de celular, que por lá é meio raro. Além disso, as condições das estrada (principalmente perto de Rondonópolis-MS) são muito ruins. Como o tempo todo passa caminhões imensos, de 7 e 9 eixos – carregados de milho e soja, as estradas são MUITO esburacadas, o que aumenta o tempo de viagem consideravelmente. Nesse dia seguimos até Jaciara-MT.

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Caminhões imensos pra lá e pra cá na pista

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Buracos e mais buracos

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Paredões de pedra em Rondonópolis-MS

 Chegamos em Jaciara à noite, e paramos para dormir no Hotel Toquinho. O hotel é bem limpo e organizado. Se bem me lembro pagamos por volta de R$40 cada um com café da manhã e quarto com ar-condicionado. Algo interessante que vimos na manhã seguinte é uma arara muito bonita que fica em uma árvore no estacionamento do hotel.

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Arara

Em Jaciara conhecemos a Cachoeira da Fumaça, pagamos R$20 cada. Um pouco caro, mas um guia nos acompanhou durante o passeio, que dura cerca de uma hora. Vimos a parte de cima da queda e descemos até o lado de outra cachoeira, um pouco menor. O local também oferece passeios de rafting.

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Cachoeiras acima da queda principal

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Parte de cima da cachoeira

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Cachoeira da fumaça ao fundo

Continuamos a viagem, e chegamos então na Chapada dos Guimarães. Logo que chegamos demos umas voltas pelas estradas da zona rural e passamos por um mirante lindo. Mais tarde fomos conhecer o famoso Véu de Noiva o cartão postal da chapada. Chegamos ao local (entrada e estacionamento gratuitos), estacionamos o carro e fizemos uma trilha de cerca de vinte minutos até chegar ao mirante da cachoeira. É impressionante !

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Ema em uma plantação de soja

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Entrada do parque

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Mirante

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 Cachoeira Véu de Noiva

Como iríamos conhecer também a cidade de Nobres-MT, que fica mais ao norte do estado, resolvemos não parar na Chapada dos Guimarães, mas sim ir até Nobres e depois como seria caminho de volta, pararíamos para ficar na Chapada. Pois bem, seguimos viagem então até a capital Cuiabá (e a estrada da Chapada dos Guimarães até lá é sensacional) e mais algumas horas chegamos a Nobres, já à noite. A cidade em si é bem feinha e pequena, penamos um pouco para encontrar uma hospedagem razoável a preço justo. Não me lembro o nome da pousada, mas pagamos cerca de R$40 cada com café da manhã. No dia seguinte o tempo estava bem nublado e chuvoso. O proprietário da pousada nos disse que o grande atrativo da cidade (mergulho e flutuação, no estilo da famosa cidade Bonito-MS) somente poderiam ser comprados nas agências de turismo de Nobre. Aí começou uma história que nos frustrou muito. Tudo certo então, mesmo com o tempo ruim e não sendo adeptos de pagar agências, fomos até a agência (localizada no terminal rodoviário) e compramos os ingressos para a flutuação (com direito a almoço na fazenda que fazia o passeio). Achamos caro, R$100 por pessoa.

A cidade de Nobres em si não tem nada de especial, já que onde os passeios são feitos em uma vila chamada Bom Jardim, ou seja, passamos à toa por Nobres. Seguimos então para Bom Jardim. Por sinal, a estrada toda de terra, em péssimo estado, muuuito barro, o carro chegava a “dançar” na estrada. Tudo bem, passeio com emoção !

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Estrada Chapada dos Guimarães – Cuiabá

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Estrada Nobres – Bom Jardim

Chegamos finalmente ao Aquário Encantado, que é tipo uma fazenda, com um restaurante e alguns quiosques, tudo bem bonito e arrumado.  Chegando lá entregamos as entradas, e nos comunicaram que poderíamos comprar o mesmo ingresso na própria fazenda por cerca de R$80 por pessoa. Ou seja, a agência de turismo cobrou  R$20 a mais por pessoa pelo mesmo passeio. Bem feito pra nós que acreditamos no cara da pousada. Ok, fica a dica para que for nesse passeio: Nada de agência de turismo !!! Enfim, colocamos o colete, as papetes e os snorkels/máscaras, e fomos levados (de trator) até o rio. Ali ficamos impressionados com a beleza do local e a cor da água, além dos inúmeros peixes !

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Entrada da fazenda Aquário Encantado

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A cor da água e os peixes impressionam !

Só estávamos nós e o guia (da própria fazenda) no local. Conforme combinado na agência de turismo e confirmado na fazenda, o passeio incluía cerca de uma hora de flutuação no lago e depois descer o rio flutuando por cerca de meia hora e o almoço. Ok, fizemos conforme o combinado, o passeio realmente vale a pena pela beleza do lugar. Mas chegou a parte que não gostamos do passeio: Voltamos para a fazenda e almoçamos. Depois disso, o pessoal da fazenda quis cobrar o almoço (que já estava incluído no preço pago na agência). É claro que ficamos irritadíssimos com a situação, explicamos várias vezes que ao comprar o ingresso ficou muito claro que o almoço era incluso, aliás eles mesmos confirmaram isso quando chegamos na fazenda. Algumas discussões e fomos embora sem pagar o almoço (ou melhor, já estava pago). Conclusão: o lugar é maravilhoso, mas o atendimento não. Acho que esse não é o jeito certo de ganhar com o turismo. Não voltaria !

Bom, voltando às coisas boas do passeio, pegamos estrada novamente e chegamos outra vez à cidade de Chapada dos Guimarães já no final da tarde. aproveitamos o calor e o resto do dia para conhecer a Cachoeira do Marimbondo. Pagamos cerca de R$3 cada para entrar e seguimos por uma trilha leve até a cachoeira, que é muito alta e forte. Há um lago grande bom para banho e a água, geladíssima !

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Rio na estrada voltando a Chapada dos Guimarães

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Cachoeira do Marimbondo

Saímos da cachoeira já quase à noite, foi até difícil percorrer a trilha (rs). Demos uma volta pela cidadezinha, procuramos camping, mas os de dentro da cidade (poucos) são um pouco caros. Saímos da cidade e paramos no Camping Refúgio da Seriema, pagamos R$20 cada. O camping é muito bom, tem um gramado amplo e bem cuidado, cozinha coletiva, chuveiro quente, tudo limpo e organizado. O camping estava um sossego só. Estávamos só nós dois, o proprietário Sr. Nilton (super prestativo) e um casal de argentinos.

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Pracinha e igreja da cidade de Chapada dos Guimarães

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Camping Recanto da Siriema

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Chalé do Sr. Nilton

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E o mascote do camping !

Acordamos cedo e fomos fazer um passeio imperdível da Chapada: A Trilha das Cavernas, que fica em uma propriedade particular próxima à cidade. No local há uma lanchonete e um quiosque onde os grupos e guias se organizam para os passeios. Como era um dia se semana e fora de temporada, não havia turistas nem guia no local. A funcionária da lanchonete ligou para um guia, demorou um pouco, mas ele chegou. Vestimos umas canelerias de couro (emprestadas no local) para proteção contra eventuais cobras (!!!). Pagamos cerca de R$60 cada um no passeio, mas compensou muito. Com o sol de rachar, saímos acompanhados do guia para a trilha. Primeiro passamos pela Ponte de Pedra.

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Armadura para a trilha

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Ponte de Pedra

Continuamos a trilha, que não é pesada, mas o sol desgasta muito. Passamos por algumas partes com mata, muitas áreas de cerrado, pontes e formações rochosas muito interessantes. Chegamos então à Caverna Aroe Jari. Uma pena não podermos entrar, pois a caverna parece ser muito interessante.

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Pontes da trilha

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Formações curiosas

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Entrada da caverna

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Caverna Aroe Jari

Seguimos a trilha até a Lagoa Azul, e lá paramos para descansar e comer. A lagoa é linda, a cor e transparência da água impressionam, e a lagoa fica dentro de uma caverna, que também não é permitida a entrada. Só para ver e passar vontade, rs.

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Trilha no cerrado

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Água sensacional

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Lagoa azul

Na mesma trilha ainda conhecemos a Caverna Kiogo Brado, que pudemos atravessar. não é muito grande em extensão, mas é altíssima e é possível ver as marcas que a água fez nas paredes há milhares de anos.

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Marcas nas paredes

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Caverna Kiogo Brado

A trilha durou cerca de 3 horas. Como estávamos só nós, ao chegar da trilha o guia ainda nos levou até uma cachoeira (não me lembro o nome !), a cachoeira muito bonita, mas geladíssima ! mas pudemos entrar e descansar da trilha e refrescar todo aquele calor.

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Para se refrescar depois da trilha

No mesmo dia ainda demos mais uma passeada pela cidade, dormimos no camping e saímos no dia seguinte depois do almoço. Rodamos cerda de 600km e chegamos no finalzinho da tarde à cidade de Barra do Garças, no lado matogrossense da divisa com o estado de Goiás. Encostada em Barra do Garças, mas já em Goiás fica a cidade de Aragarças, divididas pelo imponente Rio Araguaia. Em Barra do Garças há uma Parque das Águas Quentes, muito legal, com várias piscinas e tobogãs. No mesmo dia (que já era noite), fomos aproveitar as termas, que funcionam até às 22hs. O ingresso para passar o dia todo no local custava apenas R$5 por pessoa! Nessa noite dormimos na caçamba da Montana novamente, em frente à um posto policial.

No dia seguinte, acordamos cedo e fomos conhecer alguns dos muitos atrativos da cidade. Tomamos café e fomos visitar a Cachoeira da Usina, que na verdade é uma espécie de parque, pois fica em uma propriedade fechada bem próxima à cidade, e além da cachoeira há um lago, trilhas, mesas, churrasqueiras, tudo meio antigo, mas bem estruturado. Pagamos R$10 cada na entrada. Fizemos uma pequena trilha de cerca de meia hora até um mirante com uma bela vista da cidade.

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Parque com boa estrutura

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Cachoeira da Usina

Pegamos o carro e fomos visitar também o Parque Estadual da Serra Azul, com entrada gratuita. Fomos com o carro por algumas ladeiras de terra até o curioso Discoporto. Sim, um local para pouso de discos voadores ! E o pessoal de lá jura que às vezes chegam discos voadores no parque. O local é engraçado, tem várias placas e estátuas de alienígenas, inclusive uma réplica de um disco voador em “tamanho real”. Também no topo de um dos morros lá perto há um Cristo Redentor com uma vista magnífica das cidades.

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Entrada do Parque

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Discoporto

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Rio Araguaia – De um lado Mato Grosso, do outro Goiás

No Parque Estadual da Serra Azul, ainda fizemos uma trilha que vai beirando um rio que desce a serra, formando inúmeras cachoeiras e poços para banho. Percorremos a trilha durante cerca de 2 horas, o caminho é bem sombreado e bem demarcada, fomos sem guia.

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Trilha das cachoeiras

Voltamos da trilha, almoçamos e fomos passar a tarde no Parque das Águas Quentes.

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Tobogãs

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Piscinas e mais tobogãs – Tudo com água quente !

Depois de uma longa tarde cozinhado nas piscinas do parque, saímos de viagem novamente. Depois de cerca de 3 horas de estrada, chegamos já à noite na cidade de Goiás-GO. Paramos em um hotel e dormimos na frente dele, na caçamba da picape novamente (rs). A cidade é histórica, considerada patrimônio Histórico e Cultural Mundial. realmente, a cidade é sensacional. Todo o calçamento é de pedra, várias igrejas e casarões antiquíssimos. No dia seguinte fomos conhecer o centro histórico da cidade. Acordamos muito cedo e fomos conhecer o Mercado Municipal. Não é muito grande, mas é bem interessante, tem algumas bancas vendendo frutas, verduras e coisas do tipo e algumas vendendo antiguidades.

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Uma das bancas do mercado

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Antiguidades

Depois do  mercado ainda fomos a uma Feira Livre, muito legal, lá vimos pessoas vendendo de tudo, De laranja a galinha !

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Feira com tudo o que tem direito

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Periquitos em uma árvore próxima

 Passeamos pela cidade, no centro histórico conhecemos o Palácio Conde dos Arcos, muito interessante, um guia nos apresentou todos os cômodos do local onde hoje funciona um museu, contando toda a história da cidade. Visitamos também o Museu Cora Coralina, que funciona onde era a casa da escritora. A casa em si já é muito legal, fica às margens do Rio Vermelho, que corta a cidade O interessante é que os cômodos da casa foram todos mantidos da mesma forma quando a escritora viveu ali. Pena que não é permitido fotografar, então, desse museu vou ficar devendo as fotos.

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Ruas da cidade e Coreto

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Palácio Conde dos Arcos

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Igreja da Boa Morte

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Mais vielas históricas

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Museu Cora Coralina

Almoçamos em um restaurantezinho barato (mas muito bom) próximo ao mercado Municipal, e fomos para a cidade de Pirenópolis. Vale ressaltar que a estrada principal que liga as duas cidades estava em reforma, e tivemos que ir por uma estrada de terra (e atravessar 3 rios com o carro !)

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Aventura !

Em Pirenópolis, havíamos reservado duas noites na Pousada SESC, mas seriam para a noite seguinte. Nesse dia dormimos no Camping da Associação do Banco do Brasil, quase em frente à Pousada SESC. Pagamos R$30 por pessoa no camping. O camping tem piscina e chuveiro quente, algumas árvores de frutas, mas pouco gramado. Apesar das instalações serem antigas e um pouco abandonadas pelo preço que pagamos, o senhor que toma conta do local foi super prestativo, nos deixou usar a cozinha, nos mostrou os saguis que vêm comer nas árvores, e inclusive nos deixou montar a barraca no galpão do clube.

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Área de Camping

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Galpão com cozinha e TV

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Saguis aos montes

Demos uma volta pela cidade, que também é histórica, as ruas de pedra, casas e igrejas antigas. Mas ao contrário da cidade de Goiás (talvez por ser mais próxima a Brasília), tudo lá é muito caro ! Preços de Brasília. passeamos pela cidade, mas sem gastar muito dinheiro (que nessa altura já estava acabando), e almoçamos em um restaurante simples e bom que fica em cima de um supermercado. Nada de restaurante “gourmet”!

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Igreja Matriz

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Ponte sobre o Rio das Almas

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Casarões no centro Histórico

Nesse dia nos hospedamos na Pousada Sesc Pirenópolis, que tem tem instalações excelentes a preço justo. No camping pagamos R$30 cada um, e na pousada SESC pagamos R$40 cada em uma suíte com ar-condicionado, frigobar, rede, tudo limpíssimo e organizado. Também na pousada há várias piscinas, churrasqueiras, cozinha de apoio, churrasqueiras, salão de jogos, etc. E com um ótimo café da manhã incluso !

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Frente da Pousada SESC

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Recepção e área externa

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Nosso quarto

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Área de churrasqueiras

No dia seguinte fomos conhecer um dos poucos atrativos gratuitos de Pirenópolis: O Parque Estadual da Serra dos Pirineus. Qualquer agência de turismo da cidade vai dizer que só dá pra ir no parque de Land Rover, Jipe, 4×4… Fomos de Montana mesmo, carro normal, 1.4, e tenho certeza que se fosse um carro 1.0 também iria tranquilo. Aliás, na entrada do parque tinha uma Land Rover cheia de turistas iniciando o passeio pelo parque, fomos seguindo eles, e realmente, o passeio não exige nada além de um carro comum. É só papo das agências para pegar turista. Subimos até o ponto mais alto do parque, tiramos umas fotos, o local é bem bonito, mas temos que voltar com mais tempo e principalmente mais dinheiro para ver mais coisas legais em Pirenópolis.

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Pico dos Pirineus

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Morro Cabeludo

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Flores do Cerrado

Já próximo do meio dia, saímos de viagem novamente. Agora em direção à Brasília, onde ficaríamos dois ou três dias no apartamento de um casal de amigos. Passamos por Corumbá de Goiás, e vimos novamente o Salto Corumbá (havíamos visto em 2011 na viagem para a Chapada dos Veadeiros), e estava com um volume de água absurdamente maior.

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Salto Corumbá

Chegamos em Brasília bem no final da tarde, naquele trânsito absurdo, loucura. Nos perdemos várias vezes, mas achamos o apartamento do casal de amigos, que nos receberam muito bem durante três dias enquanto conhecíamos a cidade. Brasília não é uma cidade para se conhecer andando. As quadras são extremamente grandes. Descobrimos isso na prática. pegamos metrô e carona com nossos amigos até o Plano Piloto (local da cidade que tem a forma de um avião, asa norte, asa sul, etc), onde fica o Eixo monumental – para conhecer o Palácio do Planalto, Supremo Tribunal Federal, a Explanada dos Ministérios, e o Museu Nacional.

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Palácio do Planalto

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Supremo Tribunal Federal

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Explanada dos Ministérios

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Praça dos Três Poderes

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Museu Nacional

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Catedral Metropolitana de Brasília

No outro dia conhecermos também mais alguns pontos interessantes, como o Memorial dos Povos Indígenas e também o Memorial Juscelino Kubitschek.

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Memorial dos Povos Indígenas

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Memorial Juscelino Kubitschek

E no dia seguinte, acordamos cedo, pegamos estrada novamente e voltamos para Bauru.

 

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