CAVERNAS DO PERUAÇU/MG – JAN 2020

Saímos de Carinhanha/BA (veja no post anterior), e continuamos descendo. Já em Minas Gerais, chegamos finalmente em Itacarambi, norte de MG, às margens do Rio São Francisco.

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Rio São Francisco em Itacarambi/MG

Ali nos hospedamos na Pousada Camaleão. Preço justo, e um lugar muito bom. Piscina, de frente para o Rio São Francisco, os donos super gente boa, muitas árvores, e os cachorros Biscoito e “Bulacha”, dois labradores que agitam quem estiver por perto!

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Mi na piscina brincando com os dogs

No dia seguinte pegamos a Jubiraca e fomos conhecer o Parque nacional das Cavernas do Peruaçu! O parque, aberto recentemente está recebendo turistas (sempre acompanhados de condutores), e tem enormes cavernas e formações rochosas.

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Bora pro parque
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Centro de Visitantes

Contratamos o guia Joaquim (Kinka T), por R$180 a diária para até 8 pessoas (caro, mas é o valor cobrado por todos os guias). Nos encontramos na portaria do parque, e saímos pra trilha!

Primeiro, uma caminhada tranquila por plataformas de madeira, chegamos ao Sítio Ateliê Janelão, um sítio arqueológico com inúmeras pinturas rupestres em um paredão.

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Pinturas rupestres
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Trilha

Logo depois, seguimos por mais plataformas de madeira e em seguida pedras, atñe que pouco tempo depois, chegamos ao mais visitado e famoso atrativo do parque: A Gruta do Janelão. A gruta é tão alta, que a gente nem se sente em uma caverna. Cheia de clarabóias que enchem o lugar de claridade. O teto é muito alto e forma um arco, que parece mesmo uma enorme janela. Daí o nome!

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Gruta do Janelão – Incrível!!!
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Muito alta

 

Seguimos por dentro da caverna, às vezes passando por riachos, às vezes por áreas um pouco escuras, mas em momento algum precisamos de lanternas. Devido à altura das bocas das cavernas e das clarabóias, o local tem uma boa claridade, que, inclusive favorece o crescimento de vegetação (árvores!) dentro da caverna!

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Espeleotemas chamados “cogumelos”
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Rio Peruaçu

A caverna tem inúmeras formações. Estalactites, estalagmites, etc.

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Estalactites

No final da gruta (pelo menos até onde os guias levam), é possível avistar no teto da caverna, a maior estalactite do mundo: a Perna da Bailarina. Ela tem quase 30 metros de altura!

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As fotos ficam lindas!

Fizemos toda a trilha de volta, voltamos até o carro, descansamos um pouco e saímos para mais uma trilha. Em pouco tempo, chegamos a mais um sítio arqueológico. O local é chamado Gruta do Índio.

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Entrada da gruta
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Mais inscrições

Voltamos para a pousada. No dia seguinte, acordamos bem cedo, arrumamos as malas e partimos para a viagem de volta. Paramos em Januária, ainda no norte de Minas Gerais. Lá conhecemos a Casa do Artesanato, que reúne peças de vários materias e técnicas confeccionadas pelos artesãos locais.

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Casa do Artesanato

Também demos uma volta pelo Mercado Municipal. Show! Muita coisa regional, frutas, cachaças, artesanatos, etc.

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Mercado Municipal, sempre bom!
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Show!

 

Tocamos pra Botucatu! Fim!

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