SERRA DA MANTIQUEIRA/MG

REVOLTEIO – SERRA DA MANTIQUEIRA

Um post sobre a Serra da Mantiqueira… Na verdade, um pedacinho dela. A região mineira de Delfim Moreira, Marmelópolis, Passa Quatro, Itanhandu e Itamonte. Dois dias passeando, eu a Mi e o Mambo à bordo da Jubiraca. 

Serra da Mantiqueira

A primeira parada foi em Delfim Moreira. Compramos gelo, pão e um queijo num mecadinho, e seguimos uma placa com os dizeres “Cachoeira do Túnel”. Um sol de rachar, seguimos por uma estrada de terra. No caminho, já avistamos um rio na beira da estrada com uma cachoeirinha e paramos para um lanche. Já valeu umas fotos.

Não sei o nome… mas muito legal!

Continuamos por mais uns 8km, e chegamos na Cachoeira do Túnel. Do lado direito tem um lugar para estacionar o carro. Subimos por uma trilhazinha até a cachoeira, que é bem bonitinha, mas sem lago para nada. Até então não tínhamos entendido o porquê do nome “Cachoeira do Túnel”… Descemos um pouquinho o rio, e já descobrimos. O rio atravessa um túnel de pedra embaixo da estrada até o outro lado. Muito legal!

Cachoeira do Túnel
O Mambo sempre junto!
Olha lá o tunel!
Luz no fim do túnel
Outra saída

Passamos pela bela Usina dos Garcia, uma represa bem antiga perto da estrada. É fechada para visitação, mas de fora dá pra ver tudo e tirar umas fotos legais.

Usina dos Garcia

Descemos mais um pouco, e já no começo da tarde, conhecemos a Cachoeira do Escorrega. (tem um estacionamento pago em frente à trilha, mas pelo que entendi a entrada na cachoeira é gratuita) Não é exatamente uma cachoeira, mas um riozinho com um lago bem grande e uma corredeira por uma pedra que forma um grande escorregador.

Lago
E o “escorrega”

Também em Itamonte, com a assistência do GPS, seguimos por uma estrada de terra até a Cachoeira dos Padres. É cobrado R$3,00 de entrada por pessoa, que valem cada centavo. Era terça-feira, e fomos recebidos muito bem pelo caseiro do local. Nos mostrou a criação de trutas nos lagos da propriedade. Também no local há um bar e restaurante (que na ocasião estava fechado). Ele nos mostrou a trilha das cachoeiras, e seguimos.

Lagos no caminho
Mambo esperando abrir a porteira 🙂

A trilha é fácil e bem demarcada, margeando o rio. Fomos primeiro na última das três quedas, a mais alta delas. Bem alta, e com um grande volume d’água. Alguns poços para banho e água limpinha com fundo de areia… Mas muito, muito gelada!

Primeira queda
Mi e o Mambo

Descemos um pouco pela trilha, e chegamos na segunda queda. É também acessível na parte de cima, com uma vista bem bonita. Lá em baixo, um grande e fundo poço.

Cabeceira da segunda queda
Segunda queda

A primeira queda, a água escorre pelas pedras, e também tem uns lugares bons para banho. O local é bem limpo e agradável.

Terceira queda

Já no finalzinho da tarde, fomos para a pousada descansar. Ficamos hospedados na Pousada Sítio Barreirinha, na área rural de Resende/RJ.

No dia seguinte, acordamos cedo, montamos na Jubiraca e fomos em direção ao Marco Zero, ou Garganta do Registro. O local é a junção dos estados SP, RJ e MG. Saímos do asfalto e pegamos uma estrada de terra à direita, que dá acesso a parte alta do Parque Nacional da Serra do Itatiaia. Andamos bastante pela estradinha de terra, com muita vegetação nativa ao redor, muita umidade e frio. A neblina cada vez mais densa.

Chegando na Garganta do Registro
Subindo a serra…
E a neblina baixando!

Chegamos então a um ponto indicado por uma placa: Brejo da Lapa (a mais de 2.000m de altitude). Já sentimos falta das blusas que esquecemos na pousada, rs.

2160m

Descemos do carro e seguimos por uma trilhazinha. Chegamos a um lago, e um brejo. Interessante. Tiramos umas fotos e voltamos para o carro.

Brejo da Lapa
Quedinha

Continuamos pela estrada de terra, e seguimos as indicações rumo a Cachoeira da Fragária (já nos limites de Itamonte). A paisagem ao redor da estrada já é maravilhosa. Araucárias, morros, pedras, riachos… tudo muito preservado.

Paisagens maravilhosas
Jubiraca

Seguimos por um bom tempo, passamos um bairro rural chamado Fragrária, e algum tempo depois, uma curva fechada à direita, e avistamos a maravilhosa Cachoeira da Fragária.

Olha ela ali!

A cachoeira é tão alta que é possível avistá-la da estrada, bem de longe. Não contente, saí do carro, pulei a cerca e desci a pé aquele morro bem íngrime, na esperança de encontrar uma trilha até o pé da cachoeira. Queria ver ela de perto! Enfim, desci, deci e consegui achar uma trilhazinha. Aí a coisa ficou feia. Descendo por cordas, a trilha ficou quase vertical.

Momentos de sofrência

E comecei a ver a cachoeira pelo meio da vegetação! Maravilhosa!

A primeira visão da queda

Lá de baixo, nem é possível ver a queda toda. Muito alta, absurdo! Também tem um lago legal no pé dela. A vista lá de baixo vale o sacrifício.

Caramba!!!
Sensacional!!!
Aeee!!!

Na subida, sol na nuca, Genésio vira Jesus, e chama a ambulância! Bem fez a Mi e o Mambo de ficarem no carro. Misericórdia. Pra quem é sedentário, como eu, é sofrido. Mas cheguei.

Entrei no carro, Descansei, botei os bofe pra dentro, e segue o jogo. Seguimos pela estrada de terra. Paramos pra comer um lanchinho no carro mesmo.

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